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Boa leitura!

Após três anos de pesquisas sobre impactos da produção de bioenergia, a Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO) divulgou nesta terça-feira (17/05) o Marco analítico da bioenergia e segurança alimentar. O estudo, segundo a instituição, apresenta uma nova metodologia que pode ajudar governos a avaliar os prós e contras de investimentos no setor. O Brasil é citado como exemplo de como um país pode usar a bioenergia para suprir suas necessidades energéticas.
Com objetivo de estimular o empreendedorismo inovador no Instituto Federal, o Núcleo de Inovação Tecnológica promoveu no dia 13/05 palestras sobre Incubação de Empresas e Empresa Júnior. O evento contou com grande participação da comunidade acadêmica.
A palestrantes Bianca Barbosa, gestora da Incubavale falou sobre o processo de incubação de empresas e divulgou os trabalhos da Incubavale. Nesse momento, tivemos a participação de Leonardo, ex aluno do CEFET e sócio presidente da E-contre soluções, empresa incubada recentemente.
As alunas do curso de Administração da Univasf Sara e Temisia Silva, enriqueceram o evento falando sobre a importância da Empresa Júnior para sua formação profissional.
Vivemos a era da informação, do conhecimento e, principalmente, da inovação. As marcas mais admiradas da atualidade utilizam e vendem inovação. É por meio de processos inovadores que essas bem sucedidas empresas conseguem aumentar a eficiência, a produtividade e, consequentemente, a competitividade. Inovação gera valor para o setor produtivo.
Para reverter esse cenário, é preciso enfrentar o desafio institucional. Precisamos aprimorar e ampliar o financiamento reembolsável e não reembolsável à inovação. Temos de reestruturar os incentivos fiscais à inovação tecnológica, permitindo a utilização por empresas de lucro presumido. É necessário aumentar investimentos em Tecnologia Industrial Básica (TIB). Tudo isso reforçando o suporte à propriedade intelectual e, não menos importante, reconhecendo efetivamente a educação como parte primordial do Sistema Nacional de Inovação.
Os focos estratégicos do projeto são: Fomento do associativismo e do cooperativismo, de forma profissionalizada e sustentável, buscando a interação e o desenvolvimento das Redes Empresariais e de produtores; Consolidação da Governança Empresarial, através da Câmara da Fruticultura, como organismo de integração e articulação interinstitucional do APL; Introdução de inovações tecnológicas e boas práticas da gestão, visando à qualificação dos produtores, das Redes Associativas, Agroindústrias, Empresas de Serviços, Comerciais entre outros.
A expectativa é que estas informações, somadas à visão estratégica do Mapa e ao conhecimento da Embrapa, poderão contribuir, não somente para o fomento da inovação tecnológica na agricultura, como também no fortalecimento do agrobusiness, cujo complexo industrial alcança mais de 35% do PIB.